• Bijuteria, a joia da crise

    Por que num tempo de crise, o fascínio pelo supérfluo ganha tanta prioridade quanto o essencial, a vaidade sendo saciada, ainda que isso corresponda ao empobrecimento da mesa?  A crise superlotou as ruas das grandes capitais brasileiras com camelôs que vendem de tudo ou quase tudo, desde relógios digitais (o tempo descartável) a inúmeras formas de utensílios e quinquilharias, consolidando o “salve-se quem puder”

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