• Nada como um dia após o outro

    por Guilherme Scalzilli Sumiram os paneleiros, as camisetas amarelas, as festas midiáticas da cidadania. Acabaram os grampos nas celas curitibanas e o tráfico policial de informações sigilosas. O STF não ordena mais a prisão de parlamentares, que desistiram de zelar pela idoneidade presidencial. Tampouco as tevês divulgam flagrantes com teleobjetiva das intimidades palacianas. Desapareceu o pessimismo cataclísmico dos colunistas. Até as vinhetas radiofônicas pedindo o fim

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  • Terror na terra guarani

    por Elaine Tavares Desde o Morro dos Cavalos, em Palhoça, em Santa Catarina, ecoa um grito que poucos ouvem. Não porque não seja forte, mas porque quem grita são gentes do povo Guarani. Gente indígena, originária, que a maioria das pessoas prefere ignorar. Tanto que desde 1992, quando surgiu a proposta de demarcação da área para que as famílias Guarani pudessem ter um

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  • O Rio de Tarso de Castro

    por Marceu Vieira Quem é torcedor de futebol conhece aquele sentimento de vergonha do próprio time depois de um vexame. Não é uma vergonha qualquer. É diferente. Torcedor de futebol, em geral, sabe a diferença entre perder e dar vexame. Vexame é vexame. Não é a mesma coisa. Uma goleada de 7 a 1 numa Copa do Mundo em casa, por exemplo. Pois é com este

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  • Um caso de bullying no Recife

    por Urariano Mota Na década de 60, o bullying ainda não tinha esse nome. Mas ocorria, como ainda ocorre. O que eu narro a seguir é um trecho do conto Daniel, nome próximo de um amigo que carregou pelo resto da vida a humilhação que sofrera em um colégio do Recife. Da turma, Daniel era o mais gordo. Ainda que sob protesto, ele

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