• Barão de Itararé: Quem foi Barão, nunca perde a majestade

    Jornalista, escritor e sobretudo humorista, o genial Barão de Itararé, nome de guerra do gaúcho Apparício Torelly, forjou-se aristocrata com o método de “injetar azul de metileno nas veias“. Na verdade, Torelly foi filho de pai brasileiro e mãe índia charrua uruguaia. Decidida a dar à luz ao pequeno Barão no Uruguai, sua mãe viajou grávida de carroça pelos pampas. O espírito brasileiro do

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  • Orson Welles e seus extraterrestres

      Em 30 de outubro de 1938, cerca de um milhão de americanos acreditou que o país tinha sido subjugado por alienígenas. Em algumas cidades como São Francisco e Nova Jersey, as linhas telefônicas ficaram sobrecarregadas, os congestionamentos tomaram às ruas e muitos saíram de suas casas com toalhas cobrindo os rostos para se protegerem dos gases venenosos dos ‘invasores’. O responsável pelo

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  • A caçada a Lamarca

    Carlos Lamarca – Depois de caminhar por mais de 300 quilômetros, o guerrilheiro Carlos Lamarca foi assassinado em 17 de setembro de 1971 por agentes da ditadura militar no sertão baiano. No comando da patrulha que assassinou Lamarca, estava o major Nilton Cerqueira, que, anos mais tarde foi eleito deputado federal e trabalhou como secretário de Segurança do Rio de Janeiro. Um dos

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  • Fausto Wolff: saudades do velho lobo

    Gaúcho de Santo Ângelo e carioca por opção, o jornalista e escritor Fausto Wolff era o pseudônimo de Faustin von Wolffenbüttel. O seu amigo e sempre preciso Millôr Fernandes o definiu assim: “Fausto Wolff, em toda parte, procurou e conviveu com os da sua estirpe – escritores, cineastas, poetas e grã-finas. E com os da sua laia – bêbados, putas e brigões”. Lembro

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  • Saudades dos tempos orgiásticos

    Em uma de suas poucas entrevistas, o jornalista Ivan Lessa explicou um dos motivos de seu auto-exílio em Londres. Ele tinha medo da realidade destruir suas memórias da joie de vivre desfrutada no Rio nas décadas de 60 e 70: “eu era feliz e sabia, aquilo era de uma intensidade orgiástica”. Me contamino de saudosismo e imagino um tempo em que jornalistas não

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  • O medo da falta de memória

    A exibição do filme Hoje, da cineasta Tata Amaral, em evento da Clínica do Testemunho no Sedes Sapientiae, foi na noite anterior (dia 9 de maio) ao depoimento do coronel Carlos Brilhante Ustra na Comissão da Verdade, em Brasília. Em verdadeiro surto, Ustra negou qualquer responsabilidade nas torturas praticadas pelo famigerado DOI-CODI, que comandou nos anos 70. O Zonacurva descreveu como o medo

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  • 18 anos do massacre de Eldorado de Carajás

    Há 18 anos, no Pará, aconteceu um dos crimes mais hediondos da história recente brasileira. Ao contrário do que os jornalões divulgaram, foram 21 sem terra assassinados, em vez de 19, no município de Eldorado de Carajás. Em 17 de abril de 1996, 1.500 sem terra acampados na região fizeram uma marcha de protesto e interditaram a BR-155. A Polícia Militar chegou ao

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