• A batalha pelo controle do fluxo de notícias

    por Carlos Castilho A imprensa mundial está enfrentando um novo e poderoso concorrente na guerra pelo controle do fluxo de informações levadas ao público. Trata-se nada mais nada menos do que os governos nacionais, um velho e conhecido aliado da grande imprensa e que agora, na era das redes sociais, descobriu que não precisa mais depender do humor político dos donos de conglomerados

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  • exclusão informativa

    O lado retrógrado da avalancha informativa digital

    A revolução digital criou oportunidades inéditas para a democratização do acesso à informação, mas também deu origem a um novo e mais sofisticado sistema de exclusão informativa que afeta especialmente a população de baixa renda. Não se trata mais apenas de falta de acesso à informação pelos mais pobres, mas principalmente da carência de conhecimentos sobre como usá-la em beneficio próprio. Um estudo

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  • notícias falsas

    As “fake news” não são um fenômeno passageiro

    por Carlos Castilho Quem acha que a desinformação e as notícias falsas (fake news) são um fenômeno passageiro pode ir se preparando para conviver com elas por um longo tempo. Ambas são consequência de uma ruptura de modelos de produção, gestão e disseminação de informações que está afetando todo o modo de vida da sociedade contemporânea. A criminalização das fake news não resolve as incertezas

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  • A nova função da notícia na guerra por corações e mentes

    por Carlos Castilho Vocês já notaram como a TV Globo aumentou a frequência na divulgação de mensagens não comerciais envolvendo temas como direitos da mulher, respeito às diversidade social, igualdade de sexos, importância do agronegócios? A mesma estratégia está sendo utilizada por instituições governamentais como a justiça eleitoral, ministério público, sem falar na publicidade de empresas privadas. Trata-se da nova modalidade de apropriação de ideias,

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  • notícias falsas

    As “fake news” como estratégia eleitoral

    por Carlos Castilho Ao que tudo indica não vamos discutir apenas candidaturas e propostas na campanha eleitoral para a votação do dia 7 de outubro. As notícias falsas, mais conhecidas pela expressão inglesa fake news, também entrarão no debate porque os candidatos e líderes partidários já incorporaram a manipulação informativa e o questionamento de credibilidade como estratégias eleitorais tão ou mais eficientes do que a

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  • Como as novas tecnologias e as notícias falsas impactam o jornalismo

    por Elaine Tavares As novas tecnologias e a criação das redes sociais colocaram uma novidade na vida cotidiana de bilhões de pessoas: o acesso rápido às informações e também a possibilidade de produzi-las e distribuí-las. Assim, o que era até bem pouco tempo quase que exclusividade dos jornalistas ou formadores de opinião ligados aos meios de comunicação, passou a ser comum para qualquer

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  • notícias falsas

    Além do fact checking

    por Carlos Castilho O esforço de jornalistas e pesquisadores do jornalismo em combater a proliferação das notícias falsas pela internet deu origem a um outro desafio também relacionado à qualidade da informação levada ao público. É a questão da idoneidade do discurso público, o principal condicionante na formação das opiniões e comportamentos das audiências dos veículos de comunicação. O discurso público é uma

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  • Nossos dilemas diante da desinformação eleitoral

    por Carlos Castilho Nosso principal dilema até as eleições presidenciais deste ano não será a escolha de candidatos, mas como separar as informações distorcidas ou falsas das que podem ser consideradas confiáveis. Teremos que nos preocupar mais com números, fatos e eventos do que com siglas e nomes, na hora de decidir como e em quem votar. Até outubro, estamos condenados a viver

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  • web mudanças

    Grandes redes sociais acabam com o sonho idílico de uma internet livre

    por Carlos Castilho Quem viveu o surgimento da internet foi inevitavelmente contaminado pela perspectiva de um novo mundo virtual onde a livre criatividade era o grande apanágio de uma nova era. Todos os que estavam desiludidos com a mesmice informativa dominada pelos grandes conglomerados midiáticos foram contagiados pelas possibilidades oferecidas pela rede mundial de computadores para que cada um de nós pudesse criar

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  • marielle franco morte

    O uso político da informação na cobertura do assassinato de Marielle Franco

    por Carlos Castilho A manipulação e enviesamento de informações começam a configurar um fenômeno político cuja eficiência e resultados podem determinar o rumo futuro de eventos que por suas dimensões e transcendência são podem provocar uma ruptura social e institucional. É o que ficou evidente na análise dos desdobramentos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) no dia 14 de março. A

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  • O jornalismo no salve-se quem puder da desinformação em escala planetária

    por Carlos Castilho A sensação de incerteza e desorientação que nos contamina a cada grande acontecimento midiático, se tornou, agora, um fenômeno permanente no jornalismo da era digital. Isto porque cresce a tendência ao uso das ferramentas de desinformação para obter prestígio e seguidores num mercado informativo onde a visibilidade pública é condição básica para a sobrevivência profissional e pessoal. Governantes, políticos, empresários

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  • O apocalipse informativo

    por Carlos Castilho Se depender do pesquisador Aviv Ovadya, famoso mundialmente por ter previsto em 2016 o surgimento do fenômeno das fake news (notícias falsas), nós estamos caminhando rapidamente para uma situação que ele descreve como um “apocalipse informativo”, cuja principal consequência prática seria uma “apatia noticiosa”. Aviv, formado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) estuda há quase uma década o fluxo de informações

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  • A robotização do cotidiano

     por Albenísio Fonseca Passamos a habitar um mundo quase que totalmente robotizado em meio à cena diária da urbanidade contemporânea. Estamos submetidos a vozes que nos comandam idas e vindas. Reconhecimentos biométricos a nos identificar na proliferação das redes de dados, indivíduos estatísticos do miraculoso universo virtual, enquanto transitamos nas ruas ou em ambientes climatizados, sorrindo para câmeras que nos perseguem a cada

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  • anonymous protestos 2013

    Anonymous foi o nó que desatou os protestos em 2013

    por Fernando do Valle As manifestações que ocuparam as ruas no mês de junho de 2013 no Rio e em SP marcaram época. Ainda pouco conhecida pelo grande público, a rede de ativismo hacker Anonymous informou pelas redes o turbilhão in loco e dominou os nós de relevância no Facebook nos dias 13, 17, 18 e 20 de junho de 2013, segundo estudo

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  • ódio na internet

    Era da pós-civilidade

    por Frei Betto Por que tanto ódio nas redes so­ciais? Por que muitos ex­põem ali o que há neles de mais per­verso e mal­doso? Agora, o ad­ver­sário vira ini­migo; o opo­sitor, de­sa­feto; o di­fe­rente, an­tagô­nico. A razão nau­fraga sob o ni­i­lismo exa­cer­bado e a emoção ex­plode a flor da pele em sur­pre­en­dente fe­ro­ci­dade. Freud, em “O mal-estar na cultura”, frisa que a vida

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  • julian assange wikileaks

    Ignacio Ramonet defende Julian Assange como paladino da liberdade

    Assange divulgou em seu portal Wikileaks milhares de documentos secretos da diplomacia norte-americana Da Prensa Latina, retirado da Agência Carta Maior Julian Assange não é culpado de nada, é um paladino da liberdade desta época, segundo afirmou hoje, no Equador, o jornalista espanhol Ignacio Ramonet, após certificar o valor da informação divulgada por Wikileaks. O site fundado pelo programador australiano é conhecido por

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  • jornalismo popular

    Em busca do jornalismo perdido

    por Elaine Tavares O grande livro de Ray Bradbury, Fahrenheit 451, ficção científica escrita em 1953, apontou uma sociedade futura na qual as pessoas teriam uma tela multidimensional na sala de casa e que ali ficaria passando informação sem parar, o dia todo, e a pessoa, viciada naquela algaravia, não conseguiria mais compreender o mundo criticamente. Tudo se resumiria naquele caleidoscópio de palavras

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  • Ignacio Ramonet: “a segurança total não existe, mas a vigilância massiva sim”

    por Agência Carta Maior Durante 18 anos, Ignacio Ramonet dirigiu o prestigioso Le Monde Diplomatique, um dos jornais mais conhecidos do mundo e principal tribuna do movimento pela via alternativa. Este jornalista espanhol, que vive na França, e que atualmente dirige o LeMondeDiplo, a versão espanhola da publicação, falou sobre como o governo de François Hollande aprova um ataque às liberdades e uma

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  • telemática avanços

    Bem-vindo à era da telemática  

    No mundo hiperconectado em que passamos a habitar nos últimos 15 anos, uma nova revolução de aplicativos para celulares já teve início. Refiro-me às videochamadas. Inauguradas pelo Skype, com o sistema Voip (voz sobre Internet Protocolo), em 2001, para computadores fixos (desktops), laptops e, portanto, para webcam, foram recentemente estendidas para os celulares. O certo é que a comunicação instantânea por áudio e

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  • “Apagão analógico” começa em novembro de 2015

    Após países como Estados Unidos, alguns da Europa e o Japão, o Brasil inicia em 2015 o “apagão das transmissões para televisores analógicos”. O desligamento inicial, conforme cronograma do Ministério das Comunicações – MiniCom e da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, prevê a realização de projeto piloto na cidade de Rio Verde, interior de Goiás, em 29 de novembro do próximo ano.

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  • A Internet não pode ser um jardim murado

    O novo colaborador Zonacurva, Albenísio Fonseca, é jornalista e escreve em seu primeiro texto por aqui sobre o Marco Civil da Internet, leia:   Em tramitação na Câmara Federal e sob votação adiada uma dezena de vezes, o marco civil da Internet – “mais governamental que civil” – não pode se constituir em uma armadilha para a cidadania, a serviço de provedores, corporações e em

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