• A robotização do cotidiano

     por Albenísio Fonseca Passamos a habitar um mundo quase que totalmente robotizado em meio à cena diária da urbanidade contemporânea. Estamos submetidos a vozes que nos comandam idas e vindas. Reconhecimentos biométricos a nos identificar na proliferação das redes de dados, indivíduos estatísticos do miraculoso universo virtual, enquanto transitamos nas ruas ou em ambientes climatizados, sorrindo para câmeras que nos perseguem a cada

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  • anonymous protestos 2013

    Anonymous foi o nó que desatou os protestos em 2013

    por Fernando do Valle As manifestações que ocuparam as ruas no mês de junho de 2013 no Rio e em SP marcaram época. Ainda pouco conhecida pelo grande público, a rede de ativismo hacker Anonymous informou pelas redes o turbilhão in loco e dominou os nós de relevância no Facebook nos dias 13, 17, 18 e 20 de junho de 2013, segundo estudo

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  • ódio na internet

    Era da pós-civilidade

    por Frei Betto Por que tanto ódio nas redes so­ciais? Por que muitos ex­põem ali o que há neles de mais per­verso e mal­doso? Agora, o ad­ver­sário vira ini­migo; o opo­sitor, de­sa­feto; o di­fe­rente, an­tagô­nico. A razão nau­fraga sob o ni­i­lismo exa­cer­bado e a emoção ex­plode a flor da pele em sur­pre­en­dente fe­ro­ci­dade. Freud, em “O mal-estar na cultura”, frisa que a vida

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  • julian assange wikileaks

    Ignacio Ramonet defende Julian Assange como paladino da liberdade

    Assange divulgou em seu portal Wikileaks milhares de documentos secretos da diplomacia norte-americana Da Prensa Latina, retirado da Agência Carta Maior Julian Assange não é culpado de nada, é um paladino da liberdade desta época, segundo afirmou hoje, no Equador, o jornalista espanhol Ignacio Ramonet, após certificar o valor da informação divulgada por Wikileaks. O site fundado pelo programador australiano é conhecido por

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  • jornalismo popular

    Em busca do jornalismo perdido

    por Elaine Tavares O grande livro de Ray Bradbury, Fahrenheit 451, ficção científica escrita em 1953, apontou uma sociedade futura na qual as pessoas teriam uma tela multidimensional na sala de casa e que ali ficaria passando informação sem parar, o dia todo, e a pessoa, viciada naquela algaravia, não conseguiria mais compreender o mundo criticamente. Tudo se resumiria naquele caleidoscópio de palavras

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  • Ignacio Ramonet: “a segurança total não existe, mas a vigilância massiva sim”

    por Agência Carta Maior Durante 18 anos, Ignacio Ramonet dirigiu o prestigioso Le Monde Diplomatique, um dos jornais mais conhecidos do mundo e principal tribuna do movimento pela via alternativa. Este jornalista espanhol, que vive na França, e que atualmente dirige o LeMondeDiplo, a versão espanhola da publicação, falou sobre como o governo de François Hollande aprova um ataque às liberdades e uma

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  • telemática avanços

    Bem-vindo à era da telemática  

    No mundo hiperconectado em que passamos a habitar nos últimos 15 anos, uma nova revolução de aplicativos para celulares já teve início. Refiro-me às videochamadas. Inauguradas pelo Skype, com o sistema Voip (voz sobre Internet Protocolo), em 2001, para computadores fixos (desktops), laptops e, portanto, para webcam, foram recentemente estendidas para os celulares. O certo é que a comunicação instantânea por áudio e

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  • “Apagão analógico” começa em novembro de 2015

    Após países como Estados Unidos, alguns da Europa e o Japão, o Brasil inicia em 2015 o “apagão das transmissões para televisores analógicos”. O desligamento inicial, conforme cronograma do Ministério das Comunicações – MiniCom e da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, prevê a realização de projeto piloto na cidade de Rio Verde, interior de Goiás, em 29 de novembro do próximo ano.

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  • A Internet não pode ser um jardim murado

    O novo colaborador Zonacurva, Albenísio Fonseca, é jornalista e escreve em seu primeiro texto por aqui sobre o Marco Civil da Internet, leia:   Em tramitação na Câmara Federal e sob votação adiada uma dezena de vezes, o marco civil da Internet – “mais governamental que civil” – não pode se constituir em uma armadilha para a cidadania, a serviço de provedores, corporações e em

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