• pagu biografia

    Viva Pagu

    Em 1931, Pagu desancava a burguesia paulistana e suas grã-finas ociosas na coluna “A mulher do povo”. Lá também criou uma história em quadrinhos em que Kabeluda, uma garota revolucionária, ironizava os costumes da época. O nome da seção capitaneada por Pagu foi batizada como contraponto ao título do jornal em que ela escrevia, O Homem do Povo, jornal criado por ela e

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  • 15 anos sem plinio marcos

    Perdi a chance de comprar livros das mãos de Plínio Marcos

    No comecinho dos anos 90, encontrei algumas vezes um barrigudo barbado vendendo seus livros em frente aos teatros do Bixiga. Intrigado e com vontade de conversar com o camelô literário de boina, me arrependo de ter ficado na minha. Naquela época, confesso que sabia pouco sobre ele. Algum tempo depois de perder a chance de comprar os livros de Plínio Marcos de suas

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